Tecnologia e humanização têm de dar as mãos

Há algumas questões básicas e essenciais que devemos colocar-nos quando pretendemos avançar com um projeto, um trabalho, um emprego, uma nova área de atividade:

– O que faço, faço bem? O que faço bem?

– Será que aquilo que é o meu conhecimento o mundo precisa? O que o mundo precisa?

– O que gosto de fazer? O que faço motiva-me?

A realidade dos nossos dias diz-nos que, atualmente, “não há empregos para vida”, que é imperioso “aprender ao longo da vida” e que “atualizar as competências” faz parte do processo, que temos de abraçar se quisermos vencer. “Treinar e evoluir ao longo de toda a vida” é outra das sugestões avançadas por Sérgio Almeida, que esteve com os jovens concorrentes ao concurso ‘Speed Mentoring’, promovido pelo projeto Time e pela Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. De acordo com o responsável da Powercoaching, apenas com esforço e tenacidade, o percurso deve ser cumprido, no sentido de que “é preciso batalhar” e de que “só dá para aprender, fazendo”.

No mundo da alta performance, da revolução digital, em que parece ‘só dar’ o 4.0, importa sustentar princípios integradores da ‘high tech’ (alta tecnologia) e do ‘human touch’ (humanização). Como defendeu Sérgio Almeida, no âmbito da sua palestra sobre ‘Empreendedorismo 4.0’, inserida no ‘Speed Mentoring’ do Time, “high tech e human touch têm de andar de mãos dadas”.

O debate sobre esta dialética não é novo. A humanização das organizações na era digital tem ocupado algum tempo de agentes socioeconómicos e até culturais e políticos. Na defesa da evolução do ‘high tech’ para o ‘human touch’, na qual se fala de felicidade individual e onde, num intento comum, perfilam organizações e pessoas, saem já muitas personalidades mundiais com um peso relevante na economia e na sociedade dos nossos dias, mesmo que esta seja por excelência uma sociedade 4.0.

 

 

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